Artigo
A produção, a circulação e o consumo de artesanato envolvem diversos significados e valores que são inerentes a este tipo de produto. Sem intenção de otimizar a produção artesanal do Centro de Referência da Economia Solidária do Maranhão (Cresol), realizamos um mapeamento de percepção do consumidor sobre o artesanato em feiras, mercados e arraiais da cidade de São Luís. A partir da abordagem do diferencial semântico, estabelecemos cinco grupos conceituais: consumo, imaginário, produto, serviço e comunicação, que se traduzem em um instrumento de coleta de dados com 17 perguntas, aplicado em 11 locais de consumo tradicionais de artesanato na cidade. A partir de 261 questionários respondidos, analisamos e debatemos as respostas obtidas organizadas em gráficos, entendendo princípios, desejos e modos de consumir artesanato, escopos, limites e expectativas desse tipo de produção. Tal resultado nos orienta em ações de aperfeiçoamento de design no Cresol, gerando crescimento e renda para as artesãs.
Autores: Luiz Izidio, Raquel Noronha, Denilson Santos
Ano de publicação: 2024
Local de publicação: Quadro 209 | Centro de Estudos em Design e Comunicação